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CGTP defende que só emprego estável e melhores salários garantem sustentabilidade das pensões

12/04/2019 09:42

O secretário-geral da CGTP considerou hoje que a sustentabilidade financeira da Segurança Social não se resolve com o aumento da idade da reforma, mas com emprego estável e melhores salários que darão origem a uma subida das contribuições.

Arménio Carlos reagia assim em declarações à agência Lusa aos resultados de um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, divulgado hoje o qual defende um aumento da idade da reforma para evitar transferências do Orçamento do Estado (OE).

O estudo indica que o número de pensionistas deverá crescer de 2,7 para 3,3 milhões até 2045, o que deveria levar ao aumento da idade da reforma, para evitar transferências do Orçamento do Estado

O secretário-geral da UGT defendeu que devem ser encontrados outros fatores que alimentem a Segurança Social, além do que já existe, sem o aumento da idade da reforma, que prejudica trabalhadores e o mercado de trabalho.

De acordo com Carlos Silva, independentemente da relevância do estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos aumentar a idade da reforma para os 69 anos “não é o caminho”.

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