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Sindicato acusa Acciona/Braga de prejudicar e perseguir trabalhadoras

19/03/2019 00:02

A coordenadora da delegação de Braga do Sindicato dos trabalhadores do Comércio, Escritórios Serviços de Portugal admite processar a empresa Acciona pela não aplicação do contrato coletivo de trabalho para a limpeza.

Segundo Ana Paula Rodrigues, coordenadora daquela delegação, em causa estão também “a pressão e a repressão” alegadamente exercidas na Acciona Braga pelo superior hierárquico sobre as trabalhadoras, “sobretudo uma delegada sindical e outras sindicalizadas”.


Em relação à não aplicação do contrato coletivo de trabalho para o setor da limpeza, Ana Paula Rodrigues adiantou que “as trabalhadoras estão a ser altamente prejudicadas”.

Apontou, nomeadamente, o trabalho prestado no período noturno ou ao domingo, que não está a ser pago conforme o previsto no contrato coletivo de trabalho mas sim de acordo com o Código do Trabalho.

Paralelamente, Ana Paula Rodrigues denunciou “perseguição”, por parte da chefia, a trabalhadoras, com particular incidência à delegada sindical.

A Lusa contactou a Acciona, em Lisboa, mas os responsáveis da empresa escusaram-se a qualquer comentário.

Este plenário do CESP marcou o início de uma quinzena de luta dos trabalhadores das empresas de serviços, que terminará a 28 de março, com a participação na Manifestação Nacional da Juventude Trabalhadora, convocada pela CGTP-IN.

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