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Carlos Costa sabe exatamente o que fez e deve avaliar condições para continuar diz Rui Rio

14/02/2019 00:02

O presidente do PSD, Rui Rio, afirmou que o governador do Banco de Portugal sabe exatamente o que fez quando foi administrador da Caixa Geral de Depósitos e deve avaliar se tem condições para se manter no cargo.

Questionado pelos jornalistas, no final de uma reunião com sindicatos de professores, na sede nacional do PSD, sobre a situação do governador do Banco de Portugal, Rui Rio considerou que Carlos Costa está obviamente” fragilizado.

O presidente do PSD disse concordar que Carlos Costa seja o primeiro a ser ouvido na futura comissão parlamentar de inquérito sobre o banco público, e salientou que o governador “conhece bem os critérios do Banco de Portugal e do Banco Central Europeu” e está em condições de saber se o que fez “encaixa ou não nos parâmetros de idoneidade a que recorre para avaliar os outros”.


O BE defendeu na segunda-feira a exoneração de Carlos Costa do cargo de governador do Banco de Portugal e recomendou ao Governo que seja avaliada a sua idoneidade, através de um projeto de resolução.

Em causa está a alegada intervenção de Carlos Costa em créditos concedidos pela CGD quando era administrador do banco público, entre 2004 e 2006.

Carlos Costa referiu que, quando foi administrador da CGD, era responsável pelas áreas de `marketing` e internacional e que não teve responsabilidades nas áreas de crédito, risco, acompanhamento de clientes ou de controlo e auditoria interna.

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