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Autarca de Esposende Benjamim Pereira aplaude abertura do ministro para retocar plano costeiro

08/11/2018 00:02

O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, mostrou-se “satisfeito” com a abertura do ministro do Ambiente para rever a proibição de construção em zonas urbanas consolidadas, prevista no novo Plano da Orla Costeira entre Caminha e Espinho.

Segundo Benjamim Pereira, o novo Plano da Orla Costeira entre Caminha e Espinho, que está em consulta pública, acaba com a capacidade construtiva na marginal da cidade e noutras zonas urbanas consolidadas, como a de Apúlia.


Benjamim Pereira falava no final de uma reunião no Ministério do Ambiente, em que autarcas dos vários municípios abrangidos pelo novo Plano de Ordenamento da Orla Costeira deram conta à tutela das suas críticas ao documento.

O presidente da Câmara de Esposende já tinha dito que concorda com “90 a 95 por cento” do plano, que em Esposende prevê mais de duas centenas de demolições, sobretudo na zona de Pedrinhas/Cedovém, em Apúlia, mas também em Suave Mar.

Trata-se, na sua maioria, de “barracos”, mas há também “seis a oito” casas de primeira habitação e várias outras de segunda.

Todas estas construções estão ameaçadas pelo avanço do mar.

A Câmara pretende ainda a relocalização dos restaurantes de Apúlia e a manutenção do núcleo de pesca de Cedovém e de algumas construções em xisto, com valor patrimonial.

O presidente da autarquia de Esposende admitiu que as intervenções devem arrancar em 2020.