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Professores regressam hoje à greve, sob ameaça de perda de remuneração

29/10/2018 06:57

Os professores recomeçam hoje a luta pela contagem integral do tempo de serviço congelado, com uma greve ao trabalho extraordinário que ameaçam manter até final do ano letivo e sob ameaça de perda de remuneração.

A greve devia ter começado a 15 de outubro, mas depois das dúvidas de legalidade levantadas pelo Ministério da Educação (ME) e da contestação ao pré-aviso de greve entregue pelos sindicatos, os professores decidiram adiar o arranque da nova greve para hoje, tendo entregue novos pré-avisos, mais claros sobre as atividades abrangidas pela paralisação, tal como exigia a tutela.

O ME entende que não existem horários ilegais para os professores, como alegam os sindicatos, pelo que a greve que se inicia na segunda-feira pode ter como consequência a perda de remuneração.

A greve, convocada pelas dez estruturas sindicais unidas em plataforma para reivindicar junto do Governo a contagem integral dos nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço congelado, abrange reuniões de avaliação intercalar dos alunos, caso as atividades da escola não sejam interrompidas para o efeito, reuniões de conselho pedagógico, conselho de departamento, conselho de docentes, conselho de turma e reuniões que não se encontrem previstas no horário de trabalho dos docentes.

É, sobretudo, a possibilidade de o apoio aos alunos ficar comprometido que preocupa os diretores escolares.