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Ministro da Cultura rejeita que novo modelo para os museus envolva empresarialização

03/10/2018 11:17

O ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, rejeitou hoje, no parlamento, que a proposta de regime jurídico de autonomia de gestão de museus e monumentos, apresentada pela tutela, envolva qualquer tipo de empresarialização no setor.

O ministro falava durante a audição na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, na sequência de um requerimento apresentado pelo grupo parlamentar do CDS-PP sobre a proposta de um novo regime jurídico de autonomia de gestão dos museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos.

Perante questões levantadas pelo CDS-PP e o PCP, receando que a proposta apresentada pelo Governo leve a uma empresarialização do setor, a tutela rejeitou tal intenção.


Em causa está um novo regime jurídico de autonomia de gestão dos museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos, que deverá abranger as 30 designadas “unidades orgânicas” tuteladas pela Direção-Geral do Património Cultural e pelas Direções Regionais de Cultura .

Ainda sobre a questão da empresarialização, o ministro indicou que os critérios para a escolha dos diretores de museus vão ter sempre em lugar cimeiro a competência museológica.