• Correio do Minho
Correio do Minho

Correio do Minho

Formulário de pesquisa

Serviços mínimos na greve dos professores serão decididos por colégio arbitral

20/06/2018 00:02

Sem acordo entre sindicatos e Governo, a reunião na Direção-Geral de Administração e Emprego Público decidiu a criação de um colégio arbitral para avaliar se serão decretados serviços mínimos na greve dos professores às avaliações.

A informação foi adiantada à Lusa pelo secretário de Estado da Educação, João Costa.

Na reunião foi discutida a possibilidade de serem criados dois colégios arbitrais, para analisar períodos de greve diferentes, uma solicitação por parte das organizações sindicais que, disse João Costa, “não foi acolhida”.


À Lusa, a presidente do Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE), Júlia Azevedo, disse que espera que o colégio arbitral tenha em conta na decisão que existem dois pré-avisos diferentes – uma das dez estruturas sindicais que convocaram a greve em curso, que se estende até 13 de julho, e outro do Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.), que abrange todo o mês de julho – podendo, eventualmente, decidir de forma diferente para os dois pré-avisos.

Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), disse que os sindicatos sublinharam a importância da separação dos dois pré-avisos de greve a ser avaliados pelo colégio arbitral, até, porque, acrescentou, aquele que foi entregue pelas dez estruturas sindicais que se uniram na contestação ao Governo, e em defesa da contagem integral do tempo de serviço congelado, vai apenas até 13 de julho, uma data que não compromete o calendário de acesso ao ensino superior, cuja 1.ª fase de candidaturas arranca a 18 de julho .