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Câmara de Póvoa de Lanhoso refuta ilegalidades na obra de centro escolar

13/03/2018 11:42

A Câmara de Póvoa de Lanhoso refutou qualquer ilegalidade no procedimento relacionado com “trabalhos a mais” na empreitada da construção do Centro Escolar de Monsul, sublinhando que agiu “em respeito do superior princípio da prossecução do interesse público”.

Em nota enviada à Lusa, a Câmara refere que o procedimento adotado “não produziu qualquer prejuízo para o município da Póvoa de Lanhoso, nem tão-pouco gerou qualquer benefício ilegítimo para quem quer que seja”.

Diz ainda que já foi pedida a abertura de instrução, para tentar evitar que o processo vá a julgamento.

A Câmara reage, assim, ao facto de o Ministério Público (MP) ter acusado o anterior presidente, Manuel Batista, de um crime de falsificação de documento.

Pelo mesmo crime, foram igualmente acusados uma técnica superior do município e duas pessoas ligadas à empresa construtora.