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Declarado interesse público ao novo troço da Variante do Cávado

25/02/2018 10:57

O Alívio do trânsito no acesso ao centro da cidade é o que mais se espera dos novos troços da Variante do Cávado. A Assembleia declarou o interesse público dos 250 metros que é ainda preciso concluir.

A Assembleia Municipal de Braga reconheceu, na reunião da passada sexta-feira, o interesse público do projecto Troço 2 da Variante do Cávado - dando à Câmara Municipal condições para executar os seus últimos 250 metros, já caucionados com mais de 400 mil euros pela entidade promotora Nova Arcada. Para breve está a inauguração do restante troço já concluído e que, segundo o presidente da câmara de Braga, vai permitir aliviar o trânsito no acesso ao centro da cidade, sobretudo no Nó de Infias.
Depois deste reconhecimento de interesse público por parte da Assembleia Municipal, a Câmara de Braga vai tramitar o processo para a CCDR-N e Secretaria de Estado do Ambiente para confirmação e proceder ao respectivo licenciamento.

Considerando a Variante do Cávado uma enorme mais-valia, sobretudo para as populações abrangidas - Palmeira, Merelim S. Pedro e Frossos, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, aponta o prolongamento da via até aos parques industriais de Adaúfe e Pintancinhos, bem como até ao hipermercado E. Leclerc, em Ferreiros, como a forma de melhorar significativamente a fluidez do trânsito, principalmente nos acessos à cidade.
Este prolongamento da Variante do Cávado é um investimento que a Câmara Municipal de Braga pretende realizar durante este mandato, estando, no entanto, com a expectativa de que possa ser co-financiado por fundos comunitários no âmbito da valorização das áreas empresariais.
O autarca bracarense reclama mesmo da necessidade de haver mais alocamento de verbas para realizar obras que não pudessem ser financiadas por fundos comunitários, como é o caso das acessibilidades.

Câmara em risco de pagar sete milhões por incumprimento de acordos em Infias

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, indicou na Assembleia Municipal que o Nó de Infias tem também vários problemas jurídicos e não apenas de tráfego, estando neste momento em risco de ter que pagar mais uma factura de sete milhões de euros pelo incumprimento dos acordos celebrados apenas à boca e que envolviam permutas entre particulares de terrenos, Câmara Municipal de Braga e na altura Junta Autónoma de Estradas. Para Ricardo Rio esta é uma forma de pressão por parte dos proprietários dos terrenos circunscritos àquele nó e que querem ver paga uma situação que não foi regularizada com o cumprimento legal das permutas.