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Esposende espreita cursos superiores de curta duração em Saúde e Turismo

14/02/2018 12:42

O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, manifestou hoje abertura para discutir e cooperar com o Instituto Superior de Saúde (ISAVE) no sentido da criação no concelho de cursos superiores de curta duração.

“”Estamos completamente disponíveis para discutir e criar condições para que isso seja uma realidade”, referiu Benjamim Pereira, durante a assinatura de um protocolo de cooperação entre o município e o ISAVE com vista à promoção da saúde da comunidade esposendense.

Em causa os cursos técnicos superiores profissionais (TeSP), que têm a duração de dois anos.

Benjamim Pereira sublinhou o interesse do município, nomeadamente em cursos relacionados não só com a Saúde mas também com a Hotelaria e o Turismo, até para “potenciar” a escola profissional do concelho.

“Vamos aprofundar o assunto com calma e tranquilidade, não temos de correr, queremos dar passos certeiros”, disse ainda.

O presidente da entidade proprietária do ISAVE, João Nogueira, disse que “tecnicamente” estão reunidas as condições para avançar com os TeSP em Esposende, só sendo necessário o município dar o “sim” e disponibilizar instalações.

“Gestão hoteleira e turismo cabia aqui [Esposende] muito bem, mas também cabiam cursos de outras áreas, como a gerontologia”, referiu.

Sublinhou que uma eventual parceria com o ISAVE ficaria mais barata ao município do que com uma instituição pública de ensino superior.

Deu ainda conta de que o ISAVE, que tem sede em Amares, pretende lançar uma licenciatura em nutrição e dietética.

O protocolo hoje assinado entre o município de Esposende e o ISAVE visa a promoção da saúde da comunidade daquele concelho, sendo as escolas um dos principais enfoques.

O ISAVE vai colaborar no controlo das ementas das cantinas escolares, mas também em outras iniciativas do município relacionadas com a alimentação, como uma denominada “O peixe é fixe”.

Como disse Benjamim Pereira, o protocolo, com a validade um ano, não é muito concreto, tendo sido propositadamente deixado “em aberto” para ser trabalhado ao longo da sua vigência.

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