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Passos Coelho justifica decisão de se afastar por considerar que será mais vantajoso para o PSD

04/10/2017 00:02

O presidente do PSD comunicou ao Conselho Nacional que não se recandidatará ao cargo, justificando a saída com os resultados das autárquicas e por entender que será mais vantajoso para o partido ter uma nova liderança.

Se eu permanecesse vitorioso à frente do PSD, como líder do PSD, em vez de estar a construir uma alternativa de Governo, estaria em permanência a combater o preconceito e a ideia feita de que estava agarrado ao poder do partido e de que estava a resistir ceder o lugar a quem tem melhores ideias, melhores estratégias para levar o partido a melhor porto, justificou Pedro Passos Coelho, numa intervenção perante o Conselho Nacional, aberta à comunicação social.

Passos Coelho reiterou que não se demitirá na sequência de eleições locais e assegurou que o partido não ficará em gestão.

Pedro Passos Coelho anunciou que não se irá recandidatar a um novo mandato como presidente do PSD, partido a que preside há mais de sete anos, dos quais durante mais de quatro foi primeiro-ministro.

Passos Coelho foi, até hoje, o segundo presidente do PSD mais duradouro, logo atrás de Cavaco Silva, dez anos líder do partido, e à frente de Durão Barroso, que exerceu essas funções por cinco anos.

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