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Marcelo garante que “não há razões” para alterar níveis de alerta de terrorismo em Portugal

31/08/2017 17:17

O Presidente da República garantiu hoje que não há razões para alterar o nível de alerta de segurança em Portugal, respondendo assim a rumores sobre o perigo de possíveis atentados terroristas em território nacional.

Digo aquilo que disse por duas vezes no ano passado quando houve rumores parecidos com aqueles que surgiram agora. Ouvidas as entidades competentes, não há razão para alterar o nível de alerta que existe em Portugal, garantiu Marcelo Rebelo de Sousa, na Póvoa de Lanhoso, à margem da celebração dos 100 anos do Hospital da Misericórdia local.

Segundo o chefe de Estado, não há neste momento razões que justifiquem alterações no nível de alerta e, portanto, de segurança no país.

Também o primeiro-ministro, António Costa, afirmou hoje que a ameaça de terrorismo é global e pode estar em todo o sítio mas que da avaliação realizada se mantém o grau moderado de alerta no país, bem como em Lisboa.

Segundo o primeiro-ministro, ainda na quarta-feira a secretária-Geral [do Sistema de Segurança Interna] promoveu uma reunião com dirigentes máximos de todos os serviços de segurança no âmbito de coordenação ao antiterrorismo e a avaliação foi feita, tendo sido mantido o nível de alerta moderado que tem vigorado em todo o país e também na cidade de Lisboa.

A secretária-geral do Sistema de Segurança Interna assegurou hoje que Portugal não alterou o grau de ameaça terrorista e que este se mantém em grau moderado.

Portugal não alterou o grau de ameaça, que se mantém em grau moderado, informou em comunicado o serviço dirigido por Helena Fazenda.

A secretária-geral do Sistema de Segurança Interna informa ainda que todas as forças e serviços de segurança que integram a Unidade de Coordenação Antiterrorismo estão a trabalhar em completa articulação e em cooperação com as suas congéneres, acompanhando o contexto internacional no âmbito da ameaça terrorista.

Contactada pela agência Lusa, Helena Fazenda explicou que o comunicado foi emitido porque estavam a circular rumores sobre a subida dos níveis de alerta contra o terrorismo em Portugal

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