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‘Festival do Bira ao Samba’ já é “elemento cultural e turístico”

15/07/2017 09:42

Terceira edição do Festival do Bira ao Samba vai reunir, nos próximos dias 28 e 29 de Julho, cerca de 600 artistas em dois dias de celebração das culturas portuguesa e brasileira. “Este evento é extremamente importante para Braga, tendo-se tornado já num elemento cultural e turístico. E apesar de ser um festival recente, a sua dimensão já ultrapassa o concelho”, admitiu, ontem, a vereadora da Câmara Municipal de Braga, Sameiro Araújo.

O Grupo de Percussão da Universidade do Minho (Bomboémia), que está integrado na Associação Recreativa e Cultural Universitária do Minho (ARCUM) e organiza este festival, “é um excelente representante do movimento associativo que Braga tem”, elogiou a vereadora, confessando que “é um privilégio ter em Braga associações deste calibre”.

Entretanto, o director-geral do festival, Henrique Antunes, adiantou ainda na conferência de imprensa de apresentação do certame, que um dos ‘pontos altos’ do evento será o cortejo de carnaval fora d’época “com grupos etnográficos e de percussão, escolas de samba e batucadas”. O tema deste ano, continuou aquele responsável, é ‘Samba Augusta’, em jeito de “homenagem às origens romandas de Braga”. O cortejo acontece no sábado, dia 29 de Julho, a partir das 20 horas. O desfile sai do Arco da Porta Nova, percorrendo as ruas D. Diogo de Sousa e Souto até à Avenida Central. “Serão centenas de artistas e paticipantes, entre eles, as escolas de Samba Real Imperatriz, Escola de Samba Unidos da Vial Régia e os Bomboémia, o grupo organizador do festival”, revelou.

A terceira edição do festival, com um dia dedicado ao Brasil e um dia dedicado a Portugal, traz diversas atracções, desde os Pauliteiros de Miranda do O.U.P, Galandum Galundaina, Velha Gaiteira, Terrakota até ao Samba sem Fronteiras. Além disso, estarão presentes a Batucada Radical, do Porto, e, vindo de Espanha, as batucadas Batalá, Barcelona, Batalá Badajoz e La Torzida, de Valladolid.

Durante os dois dias, o público pode ainda participar dos work- shops e oficinas de entrada livre: cavaquinho, gaita de foles, percussão tradicional, danças tradicionais, forró capoeira, samba no pé, samba reggae e maracatú.

Outra novidade este ano são os espaços de Arte em Performance, promovido pela BragArtes e Blaart, com pintura de modelo vivo (uma folclorista e uma sabista) e ilustrações de portas, ambas a 28 de Julho, e a Área AKI de Brico-Reciclagem, promovida pelo AKI, com oficina de construção de instrumentos musicais.
O festival conta ainda com uma vertente social, desta vez, vai sensibilizar o público para a adopção e apoio de animais abandonados.

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